quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Poesia...

Me surpreendi ao escrever o poema abaixo, com a maneira natural como ele foi se formando até chegar à forma atual. Ainda acho que pode ser lapidado, mas não agora.


Não te escondas, mulher, tu és meu templo
Em ti reside o deus que eu adoro
Na tristeza é ao teu nome que eu oro
E em noites frias é tua luz que eu contemplo


Não te escondas, sequer por um momento
Lembra-te que o teu peito é onde eu moro
E que o teu seio é o lugar aonde eu choro
Nos dias em que me consome o desalento


Não te escondas, quer por pejo ou acanhamento
Pelas lágrimas que me correm eu lhe imploro
Deixa teu corpo ser o pilar em que eu me escoro
E seu amor ser o meu único alimento

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